A FIFA ainda resiste à opção, mas a tecnologia aplicada ao esporte continua evoluindo.
Já é possível rastrear eletronicamente não apenas a bola de futebol mas também cada uma das pernas dos jogadores.
Um laboratório em Nuremberg, na Alemanha, desenvolveu um pequeno transmissor de rádio, que colocado dentro da bola, envia sinais que permitem seu rastreamento durante o jogo.
Monitoramento dos jogadores
O pequeno transmissor também pode ser colocado em cada jogador para fornecer um retrato mais exato de como foi o desempenho de cada um.
No estádio de Nuremberg, jogadores já começaram a usar os transmissores nas meias, colocando um em cada caneleira, para que o movimento de cada perna seja analisado.
Outros transmissores podem ser espalhados pelo corpo do jogador, para monitorar todos os seus movimentos.
Norbert Franke, do Instituto de Pesquisa Fraunhofer, em Nuremberg, afirmou que, ao usar estes transmissores, é possível fazer projeções precisas dos movimentos da bola e dos jogadores.
É possível acompanhar na tela como os jogadores se movimentam e tudo é registrado em um computador.
Extraído de www.inovacaotecnologica.com.br em 12/04
Você estuda desenvolvimento de sistemas web na faculdade ou baixa umas apostilas de HTML, faz um cursinho rápido de Photoshop, aprende a instalar gerenciadores de conteúdo gratuitos e acha que está pronto para se tornar um webmaster.
Após uma propaganda entre amigos, um boca a boca, surge o primeiro cliente. O que muitos não sabem é que o verdadeiro conhecimento necessário para o desenvolvimento de sistemas para web não é o técnico, mas sim, o operacional.
Você marca uma reunião com o cliente e começa a entender os verdadeiros desafios de se tornar um desenvolvedor web. Logo no primeiro contato com o cliente, você deve:
1. Entender todas os devaneios que o cliente pretende realizar com o site, explicando que certas coisas ainda não podem ser feitas online, como entrega de pizza por email.
2. Define o tipo de linguagem de programação que será usada para desenvolver o site e ouve o cliente dizer: “Em português, é claro! Mas se quiser, pode colocar uma versão em inglês também, fica chique.”
3. Explica ao cliente que por baixo das figurinhas e letrinhas, existe um emaranhado de códigos e gambiarras, por isso o site não pode ser entregue amanhã de tarde.
4. Define o layout e tenta convencer o cliente de que flashes animados, roxo e fonte Wingdings na página podem causar ataques epiléticos em alguns visitantes.
5. Varre o computador do cliente atrás de figuras, documentos e informações pertinentes para que o site possa usá-las como conteúdo, para que ele não possua apenas, duas páginas de besteiras.
6. Sugere um domínio diferente do www.velasgrandesvermelhasperfumadasdadonasebastiana.com.br indicado pelo cliente.
7. Precisa encontrar uma provedor de hospedagem para o site que não leve o cliente a falência por cobrar caríssimos 10 reais por mês e que ao mesmo tempo, não saia do ar a cada 5 minutos.
8. Barganha o preço do desenvolvimento do site por 2 horas seguidas explicando novamente que ele não está pagando apenas por aquelas figurinhas. Ao chegar ao valor mínimo de uma coxinha no bar da esquina, o cliente ainda vai chorar e pedir que o valor seja divido em 12 vezes sem juros.
9. Após definir o valor do serviço, descobre que o cliente não quer pagar uma “fortuna” por mês para que o site seja atualizado por você. Logo, você deverá gastar o dobro do tempo desenvolvendo um sistema que possa ser facilmente atualizado online pelo sobrinho do cliente que começou a fazer um curso de HTML semana passada e saca muito.
10. Logo após a reunião, recebe um telefonema do cliente dizendo que teve uma nova idéia para o site e gostaria de mudar tudo o que foi combinado previamente com você.
11. Após semanas programando de madrugada, caçando figuras, templates e ouvindo o cliente reclamar da demora e de que ele gostaria de mudar mais algumas coisas a cada nova linha de código que você escreve, finalmente o site estará pronto.
12. Você passará as próximas duas semanas brigando com o FTP que não envia os arquivos pro site, discutindo com os atendentes do provedor de hospedagem idiotas que não fazem idéia do que é um charset e ensinando o maldito moleque sobrinho do cliente (que não sabe porra nenhuma), a fuder com o layout do site, utilizando fontes tamanho 48 e alinhamento centralizado.
Da próxima vez que você sentir vontade de comer uma coxinha no bar da esquina, vai lembrar de como é difícil a vida de um webmaster e vai preferir pedir uns trocados no sinal da esquina.
Extraído de: Blog do Plínio Torres http://www.pliniotorres.com/
Atualmente existem várias aplicações feitas com Adobe Air. Elas são excelentes em usabilidade e design, se você ainda não tem aplicativos em Air acesse o site http://refreshingapps.com/ e baixe seu aplicativo favorito.
Quem gosta do Twitter não pode perder o DetroyTwitter, um dos melhores clientes do Twitter para Desktop https://destroytwitter.com
O Tour de Flex, é uma aplicação de desktop que permite rapidamente visualizar as várias componentes, efeitos, skins de Flex, integração do Flex e AIR a dados remotos, integração de API´s externas, etc…
Esta aplicação desenvolvida pela equipa de evangelistas da Adobe foi hoje revelada no MAX 2008 em San Francisco e destina-se essencialmente a:
Dar a conhecer a developers que não conheçam o FLEX, as capacidades e “look and feel” de aplicações e RIA´s desenvolvidas em FLEX e AIR
Aqueles que já conhecem a plataforma uma referência ilustrada das várias componentes do FLEX
ser um óptimo local para os developers apresentarem e/ou comercializarem os seus últimos trabalhos
Adobe Flex é um framework multi-plataforma para desenvolvimento de aplicações RIA, levando um modelo de programação padrão e conhecido por profissionais e desenvolvedores.
O que é RIA?
RIA é a abreviação de Rich Internet Applications ou Aplicações Ricas para Internet.É uma Aplicação Web que contêm características e funcionalidades de uma aplicação desktop tradicional. Tipicamente uma aplicação RIA transfere a necessidade de processamento do cliente (numa arquitectura cliente-servidor) para o navegador mas, mantém o processamento mais pesado no servidor de aplicação. O termo RIA foi usado pela primeira vez em 2001 pela Macromedia (hoje Adobe Systems).
Características:
roda em um navegador e não requer a instalação de programas adicionais;
roda localmente em um ambiente seguro chamado sandbox;”
Origem: Wikipédia
A IDE do FLEX é o Flex Builder uma ferramenta que centraliza o desenvolvimento e permite criar as várias partes da aplicação (como projetos, janelas, caixas de texto, botões e menus), usando o mouse e operações drag-and-drop. Quando um projeto é compilado no Flex Builder, um arquivo . swf é gerado. Um arquivo .swf nada mais é que uma animação em Flash. O arquivo .swf pode ser armazenado normalmente em um servidor web.
O Flex possui funcionalidades para entrega eficiente de aplicações Ricas e de alta performace. As aplicações baseadas em Flex rodam sobre o Adobe Flash Player 9, permitindo que os desenvolvedores estendam todas as suas funcionalidades, criando aplicações mais robustas e integradas com arquiteturas server-side. Além de deixar o sistema com uma interface bonita, atrativa e segura.
Adobe Flex, ainda não é muito conhecido nacionalmente, o único livro em português que encontrei sobre FLEX foi ‘’ Adobe Flex Builder 3.0 Conceitos e exemplos.’’ de Daniel Schmitz.
Retirado de : http://www.oficinadanet.com.br/artigo/1482/o_que_e_adobe_flex em: 03/12/2009
A Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) acredita que existem cerca de 30 mil vagas em aberto no segmento de software e serviços, tanto para o mercado interno como para o externo, e não espera encolhimentos, especialmente no que se refere à exportação de serviços, em 2009.
A gigante de informática IBM ainda não tem indicações de como será o seu ritmo de contratações em 2009, já que isso depende dos contratos de exportação que fechar, mas lembra que foram 3 mil admissões em 2007 e as 1,5 mil previstas para 2008 foram alcançadas em agosto daquele ano. Em relação a 2005, o número de empregados da IBM no país já saltou mais de 50% e chegou em 2008 a 15,4 mil pessoas.
“Em meados de dezembro, tínhamos 140 vagas em aberto”, cita Edson Luiz Pereira, executivo de parcerias educacionais da IBM Brasil, responsável por costurar os acordos que darão ao profissional graduado o perfil mais adequado às necessidades do mercado.
“A crise pode ser, de repente, uma oportunidade para o Brasil, já que a terceirização é uma forma de reduzir custos”, disse também Ruth Harada, diretora de cidadania corporativa da subsidiária da IBM.
O Brasil é considerado um país com bons profissionais, está em um fuso horário relativamente favorável e o custo da mão-de-obra não é dos maiores, apontam os executivos da IBM. O presidente da Brasscom, Antonio Carlos Gil, também acrescenta que “a curva de crescimento da TI é quase independente da curva da economia”. Segundo ele, em tempos de recessão as empresas precisam de TI para controlar gastos e, em época de aceleração, usam a TI para gerenciar o crescimento.
Vagas em aberto
A estimativa da Brasscom é que sejam gerados entre 40 mil e 50 mil postos de trabalho na área de tecnologia este ano no país, dentro de uma projeção de que 100 mil novas vagas sejam criadas entre 2009 e 2011. “Se incorporarmos as vagas em call center, estamos falando em mais 50 mil vagas”, afirmou Gil.
Mais de 80% das contratações da IBM Brasil são para exportação de serviços, segundo Pereira. Por isso, o desafio da empresa é ter o profissional qualificado na velocidade exigida pelo cliente.
“Às vezes perdemos contratos porque não conseguimos montar a equipe na velocidade que o cliente quer”, cita Pereira. Se uma companhia quer um time de 150 especialistas em banco de dados que comece a trabalhar em um mês, por exemplo, nem sempre a IBM consegue formá-la a tempo.
Segundo ele, as universidade fornecem um número considerável de profissionais, mas eles saem dos bancos acadêmicos “muito generalistas”, enquanto o mercado precisa de especialistas, com certificados.
Enquanto não se adequa a grade curricular das universidades a esse tipo de exigência, a companhia empregadora é que tem de adaptar o funcionário à necessidade. “A empresa gasta dois a três meses para formar o profissional”, afirma Pereira.
Extraído de : http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3474994-EI4803,00-Na+contramao+do+mercado+sobram+vagas+no+setor+de+TI.html
Há cerca de duas semanas, uma versão pirata do Windows 7 beta 1 vazou na web, e por causa disso ele já está sendo testado por muitos internautas.
O site ZDNet realizou 46 testes de performance entre as versões 32-bits do Windows 7, Windows XP SP3 e Windows Vista SP1. Os testes foram realizados em dois computadores: AMD Phenom 9700 2.4GHz com ATI Radeon 3850 e 4GB de memória RAM, e um Intel Dual Core E2200 2.2GHz com NVIDIA GeForce 8400 GS e apenas 1GB de memória RAM.
Mesmo levando-se em conta que o Windows 7 ainda está em testes e não foi otimizado para obter a melhor performance possível, ele venceu 42 dos 46 testes de performance.
Abaixo estão alguns resultados, aonde 1, 2 e 3 indicam respectivamente o sistema operacional mais rápido, o segundo colocado e o mais lento no teste.